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15.2.08

Jon ‘maddog’ Hall, o evangelizador

Hoje a noite tivemos uma presença muito especial aqui na campus. Assisti pela primeira vez a palestra do Maddog, conhecido por ser o evangelizador do Software Livre. Dentre os pontos importantes de sua palestra destaco a crítica ferrenha ao mercado de Software Proprietário. Segundo Maddog, esse mercado de teve uma evolução imensa em termos de número de usuários e um pequeno crescimento em termos de trabalhadores, o que leva as empresas a obter grandes lucros: "vender software é como imprimir dinheiro..."

Fez uma crítica aos relatórios de TCO ("Total Cost of Ownership") que somente levariam em conta o investimento para a obtenção do software mas não consideram os ganhos que são gerados pela sua utilização. Para comprovar isso citou o exemplo do supercomputador da USP, formado por máquinas clusterizadas em linux, que reduziu de 20 horas para 10 minutos o diagnóstico de cancêr na mama, ganho que não é computado nos relatórios de TCO.

Enfatizou a natureza do software de ser uma prestação de serviços em contraponto a de um pacote ou produto fechado. Disse que 80% dos softwares escritos no mundo não são vendidos em prateleiras, mas sim em forma de valor agregado à outras soluções, como os eletrodomésticos, por exemplo ("embeded devices"). Disse que o software livre, por exigir a customização de seus componentes para as realidades específicas, faz com que os profissionais tenham que conhecer melhor a necessidade dos clientes e consequentemente fomentaria o mercado local (Um serviço "impossible to do overseas").

13.2.08

Propriedade intelectual na internet

Ontem assisti uma palestra do Ronaldo Lemos que é o diretor da Creative Commons no Brasil. As licenças Creative Commons são derivadas do tipo de licenciamento utilizado pelo software livre.

Ronaldo inclusive publicou um livro licenciado dessa forma além de ter sido editado pela FGV, contrariando a idéia de que as licenças livres são anti-comerciais. Vejam o link onde ele disponibiliza o livro para download. É muito interessante e chama "DIREITO, TECNOLOGIA E CULTURA" no Brasil, e que trata de incentivar e divulgar o uso desse tipo de licença pelos autores, artistas em geral. Pode-se dizer que as licenças

Pinguim no palco principal